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Mil motoristas da região estão com as CNHs suspensas

Cerca de mil motoristas da região estão com as CNHs suspensas

Segundo o DetranSP, Mogi foi a cidade que registrou o maior número de cassações, sendo, ao todo, 315 carteiras

Foto: Detran / Divulgação

Quem tem a CNH cassada, além da reciclagem, tem de refazer todos os exames
Uma média mensal de 954 Carteiras Nacional de Habilitação (CNHs) foram suspensas entre janeiro e setembro do ano passado no Alto Tietê. Estes são os dados mais recentes disponibilizados pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (DetranSP). Os números ainda revelam que se a média ficar no mesmo patamar dos últimos meses de 2018, o número de suspensões de CNHs será 21,8% menor em comparação com a média de 2017, quando foram recolhidas 1.221 habilitações por mês.
A cidade que apresentou maior diferença no número de CNHs suspensas foi Arujá. Em 2017, por mês, foram recolhidos cerca de 88 documentos, número que caiu para 62 casos mensais no ano passado. Estes dados mostram uma diferença de 29,5% nos casos de suspensão na cidade. Já em Biritiba Mirim a diferença foi de 10,5%, partindo das 15,2 suspensões há dois anos ante os 13,6 em 2018, tornando-se a cidade com menor diminuição entre as outras nove do Alto Tietê.
Da região, Mogi das Cruzes foi onde ocorreu o maior número de cassações de CNH. Um dos motivos seria o fato de os dados de Salesópolis serem agrupados com os de Mogi, pois as CNHs são vinculadas a essa cidade. Por conta disso, 33% das suspensões realizadas no Alto Tietê são de condutores dos dois municípios. Na somatória, foram contabilizados 315 suspensões no ano passado contra 398 em 2017. Uma diferença de 20,8% na média mensal.
Empatada com Mogi, na segunda colocação das cidades que mais apreenderam CNHs em 2018, Suzano aparece com a mesma porcentagem. Em 2017, 217,4 casos mensais, e, em 2018, 172,1. Santa Isabel e Guararema apresentaram, respectivamente, 32,7 e 20,1 suspensões entre janeiro e setembro do ano passado, números que mostram uma diferença de 19,8% e 23,2% em comparação a 2017.
De acordo com o Detran, o condutor tem a CNH suspensa quando soma ou excede 20 pontos dentro de 12 meses ou quando comete uma única infração gravíssima cuja penalidade prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é a suspensão. Os casos mais comuns para a suspensão com única infração são os de embriaguez ao volante, excesso de velocidade acima de 50% do limite máximo, pilotar moto sem capacete, praticar racha, dentre outras situações.
Ainda de acordo com o órgão, ao ter a suspensão decretada, o cidadão recebe uma notificação para comparecer à unidade do Detran.SP, entregar a habilitação e assinar o termo de suspensão, quando terá início o cumprimento da pena. A partir desse momento, o motorista está impedido de dirigir. Caso conduza qualquer veículo, poderá ter a habilitação cassada por dois anos.
Depois de cumprir a suspensão, a CNH será restituída e o motorista poderá voltar ao volante após apresentar o certificado de conclusão do curso de reciclagem – oferecido pelos Centros de Formação de Condutores (CFCs) de forma presencial ou a distância. Quem tem a habilitação cassada, além da reciclagem, tem de refazer os exames médico, psicotécnico, teórico e prático de direção veicular.

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