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Preso quinto suspeito  no massacre da Raul Brasil

Preso quinto suspeito  no massacre da Raul Brasil

Indivíduo também foi preso em flagrante por porte ilegal de arma


Armas e objetos foram apreendidosFoto: Polícia Civil/Divulgação
Em mandado de busca e apreensão, a Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (6), o quinto indivíduo suspeito de envolvimento no massacre na E.E Profº Raul Brasil, em 13 de março, que resultou no assasinato de oito pessoas. O indivíduo também foi preso em flagrante por porte ilegal de arma. Na casa dele, no Jardim Casa Branca, foi encontrado armas, munições, anabolizantes, coldre, celular e pen drives. De acordo com a polícia, esse quinto suspeito foi indicado pelo quarto suspeito de participação no massacre, que foi preso há quatro dias, em caráter temporário, por envolvimento na venda e/ou negociação de armas e munições aos atiradores.
Segundo a polícia, o quinto suspeito confessou ter vendido, ao quarto suspeito preso, 20 munições de calibre 38 por R$ 200. A versão é a mesma do quarto suspeito, que revendeu as munições para os autores do crime na escola Raul Brasil por R$ 250 e que intermediou a venda da arma de fogo usada no massacre.

Na casa do quinto suspeito preso, foram encontrados uma pistola 9 milímetros (mm) raspada, munições calibre 9 mm, uma calibre 38, munições de calibre 38 deflagradas, uma espingarda de pressão, uma garrucha calibre 22, frascos de anabolizantes, coldre, celular, além de dois pen drives.

Em abril, três pessoas foram presas por envolvimento na venda e/ou negociação de armas e munições aos atiradores. Destes, dois seriam os responsáveis por vender a arma e as munições e o terceiro por estar negociando outro armamento. Na época, a polícia também disse que dois desses suspeitos responderiam em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma e munições e receptação.

A tragédia na Raul Brasil vai completar dois meses. De lá para cá, a polícia prendeu os envolvidos pela venda e/ou negociação da arma e munições, além de apreender um adolescente, de 17 anos, por suspeita de ser um dos mentores intelectuais do massacre.

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